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O que é uma comercializadora de luz e qual a diferença para uma distribuidora

Publicado el 13 min de lectura

Contador elétrico digital na fachada de um edifício

Descubra o que é uma comercializadora de luz, que funções tem, em que se distingue de uma distribuidora e como escolher a melhor tarifa.

Uma comercializadora de luz é a empresa com quem contrata o fornecimento elétrico. Ou seja, a companhia que lhe vende a energia, lhe oferece uma tarifa, emite a sua fatura e gere as condições do seu contrato.

Dito de forma simples: a comercializadora compra eletricidade no mercado grossista e depois vende-a a habitações, trabalhadores independentes, PME ou empresas. Por isso é a empresa que aparece na sua fatura da luz e com quem fala quando quer mudar de tarifa, rever preços, alterar a potência contratada ou esclarecer dúvidas sobre o que está a pagar.

Uma das ideias mais importantes é que pode escolher livremente a sua comercializadora de luz. Se encontrar melhores condições, pode mudar de companhia. O que não pode escolher livremente é a distribuidora, porque depende da zona geográfica onde está o seu ponto de fornecimento.

E é aqui que costuma estar a confusão: comercializadora e distribuidora não são a mesma coisa.

O que é uma comercializadora de luz

Uma comercializadora elétrica é a empresa que vende a energia ao consumidor final.

A forma mais clara de o explicar é esta: se tem um contrato de luz, a comercializadora é a companhia com quem o assina, a que lhe cobra a fatura mensal e a que lhe pode oferecer uma tarifa melhor ou pior consoante os seus hábitos de consumo.

Definição simples

Uma comercializadora de luz é a empresa encarregada de lhe vender eletricidade e de lhe faturar o consumo.

As suas funções principais são:

  • comprar energia;
  • vendê-la ao cliente final;
  • oferecer tarifas;
  • emitir faturas;
  • gerir contratos;
  • atender dúvidas comerciais;
  • tratar de alterações de potência ou titularidade;
  • aconselhar sobre condições de fornecimento.

Não é necessariamente a empresa proprietária dos cabos nem da rede elétrica. Essa função compete à distribuidora.

Como compra e vende a energia

A comercializadora adquire eletricidade no mercado elétrico ou através de acordos de compra e depois oferece-a aos seus clientes através de diferentes tarifas.

Pode vender energia a:

  • particulares;
  • condomínios;
  • trabalhadores independentes;
  • comércios;
  • PME;
  • indústrias;
  • grandes consumidores.

O preço final que o cliente paga depende da tarifa contratada, da potência, do consumo, das tarifas de acesso, encargos, impostos e outros conceitos incluídos na fatura.

Porque é a empresa que aparece na sua fatura

A fatura da luz é emitida pela comercializadora. Nela aparecem conceitos como:

  • potência contratada;
  • energia consumida;
  • preço do kWh;
  • períodos horários;
  • aluguer do contador;
  • tarifas de acesso e encargos;
  • impostos;
  • serviços adicionais, se existirem;
  • montante total a pagar.

Por isso, se tiver dúvidas sobre a fatura, normalmente deve contactar a sua comercializadora.

O que pode escolher livremente enquanto cliente

Pode escolher:

  • com que comercializadora contratar;
  • que tarifa aceitar;
  • se quer mercado livre ou regulado;
  • que potência contratar;
  • se quer uma tarifa fixa, indexada ou por períodos;
  • se aceita serviços adicionais;
  • se muda de companhia.

Esta liberdade de escolha é uma das chaves do mercado elétrico.

O que faz uma comercializadora elétrica

A comercializadora é a parte comercial do fornecimento. Não trata de manter os cabos da rua, mas trata de gerir o seu contrato.

Vender-lhe a energia

A sua função básica é vender-lhe eletricidade para a sua habitação, estabelecimento, escritório ou indústria.

Na prática, não escolhe «a eletricidade» fisicamente, porque toda circula pela mesma rede. O que escolhe é a empresa que o fatura e as condições comerciais em que paga essa energia.

Emitir e cobrar a fatura

A comercializadora calcula o montante a pagar segundo:

  • consumo registado;
  • tarifa contratada;
  • potência;
  • impostos;
  • custos regulados;
  • descontos ou promoções;
  • serviços adicionais.

Depois emite a fatura e cobra o montante correspondente.

Oferecer tarifas e condições

Cada comercializadora pode oferecer diferentes tipos de tarifas:

  • preço fixo;
  • preço indexado;
  • diferenciação horária;
  • tarifas para empresas;
  • tarifas para autoconsumo;
  • contratos personalizados para grandes consumos.

Por isso dois clientes com o mesmo consumo podem pagar montantes muito diferentes se tiverem tarifas diferentes.

Gerir alterações de contrato

A comercializadora pode tratar de:

  • mudança de titular;
  • alteração de potência;
  • alteração de tarifa;
  • alteração de dados bancários;
  • adesão de novos fornecimentos;
  • rescisão do contrato;
  • alterações de modalidade.

No caso de empresas que querem operar como agentes de mercado ou estruturar a sua atividade energética, pode ser necessário analisar processos mais complexos, como o registo como comercializadora de eletricidade.

Atender dúvidas sobre preços, consumo e faturas

Se não perceber porque a sua fatura subiu, se quiser comparar tarifas ou se precisar de rever o seu contrato, a comercializadora é o primeiro ponto de contacto.

Diferença entre comercializadora e distribuidora

Esta é a parte que mais dúvidas gera.

A comercializadora vende a energia. A distribuidora transporta-a até ao seu ponto de fornecimento através da rede elétrica.

AspetoComercializadoraDistribuidora
Pode ser escolhidaSimNão
Depende da zonaNão necessariamenteSim
Emite a faturaSimNão ao cliente final habitual
Vende energiaSimNão
Mantém a redeNãoSim
Atende avarias de redeNãoSim
Lê o contadorNão diretamente em muitos casosSim
Atribui o CUPSNãoSim
Gere tarifasSimNão

O que faz a comercializadora

A comercializadora encarrega-se de:

  • vender eletricidade;
  • faturar;
  • oferecer tarifas;
  • gerir contratos;
  • atender dúvidas comerciais;
  • propor alterações;
  • rever condições;
  • tratar de modificações.

O que faz a distribuidora

A distribuidora encarrega-se de:

  • manter a rede elétrica;
  • levar a eletricidade fisicamente até ao fornecimento;
  • tratar de avarias de rede;
  • fazer leituras do contador;
  • atribuir o CUPS;
  • executar ligações técnicas;
  • garantir a qualidade do fornecimento na sua zona.

Que empresa pode escolher e qual não

Pode escolher a comercializadora.

Não pode escolher a distribuidora.

A distribuidora é atribuída consoante o local onde está a habitação, o estabelecimento ou a empresa. Mesmo que mude de comercializadora, a distribuidora continuará a ser a mesma se não mudar de localização.

Exemplo simples

Imagine que muda de tarifa porque outra companhia lhe oferece melhores condições.

Vai mudar:

  • quem o fatura;
  • o preço contratado;
  • o atendimento comercial;
  • as condições do contrato.

Não vai mudar:

  • o contador;
  • os cabos;
  • a rede;
  • a distribuidora da sua zona;
  • a qualidade física do fornecimento.

A quem ligar consoante o problema

Saber a quem ligar evita perdas de tempo.

Se tiver dúvidas com a fatura

Ligue à comercializadora.

Exemplos:

  • não percebe um conceito;
  • o montante subiu;
  • quer rever o preço do kWh;
  • há serviços adicionais;
  • precisa de mudar a tarifa;
  • quer alterar dados de pagamento.

Se quiser mudar a tarifa

Também deve falar com a comercializadora.

Pode comparar opções e escolher outra tarifa dentro da mesma companhia ou mudar para outra comercializadora.

Se precisar de alterar a potência

O pedido é feito através da comercializadora, ainda que tecnicamente intervenha a distribuidora para validar ou executar a alteração.

Se houver uma avaria na rede

Se o problema afeta a rede, a responsável é a distribuidora.

Por exemplo:

  • corte geral na zona;
  • problemas no ramal de ligação;
  • avaria externa;
  • incidentes de rede;
  • problemas técnicos do contador.

Se quiser ativar um fornecimento

A adesão costuma tratar-se com uma comercializadora, que coordena o processo com a distribuidora.

Se precisar do CUPS

O CUPS identifica o seu ponto de fornecimento. É gerido pela distribuidora, mas pode encontrá-lo na fatura emitida pela comercializadora.

Tipos de comercializadoras de luz

Existem dois grandes tipos: comercializadoras de mercado livre e comercializadoras de referência.

Comercializadoras de mercado livre

São empresas que oferecem tarifas com condições próprias.

Podem oferecer:

  • preço fixo;
  • preço por períodos;
  • tarifas indexadas;
  • descontos;
  • serviços adicionais;
  • contratos personalizados;
  • condições especiais para empresas.

Aqui o cliente pode comparar e escolher.

Comercializadoras de referência

São as autorizadas a oferecer a tarifa regulada, conhecida em Espanha como PVPC.

Também gerem algumas situações específicas ligadas ao mercado regulado.

Tarifas fixas, indexadas e reguladas

Uma tarifa fixa mantém um preço acordado durante um período.

Uma tarifa indexada está ligada ao preço do mercado, normalmente somando custos e margem de gestão.

Uma tarifa regulada segue as condições estabelecidas para o PVPC.

Que diferença faz para habitações, PME e empresas

Uma habitação costuma procurar simplicidade, estabilidade e bom preço.

Uma PME precisa ainda de rever:

  • potência contratada;
  • horários de consumo;
  • penalizações;
  • períodos tarifários;
  • serviços adicionais;
  • previsão de despesa.

Uma indústria ou grande consumidor exige uma estratégia energética mais complexa, porque pequenas diferenças de preço podem ter um impacto importante no final do ano.

O que muda ao mudar de comercializadora

Mudar de comercializadora não significa que venha alguém trocar os cabos.

Muda a tarifa

Pode mudar:

  • preço do kWh;
  • preço da potência;
  • estrutura horária;
  • condições de fidelização;
  • descontos;
  • forma de faturar;
  • serviços incluídos.

Mudam as condições do contrato

Antes de assinar há que rever:

  • duração;
  • penalizações;
  • fidelização;
  • preço fixo ou variável;
  • serviços adicionais;
  • condições de renovação;
  • forma de atualização de preços.

Pode mudar o atendimento e os serviços

Também muda a empresa que o atende.

Isso pode influenciar:

  • rapidez de resposta;
  • clareza das faturas;
  • assessoria;
  • gestão de incidentes;
  • propostas de otimização.

Não mudam os cabos nem a distribuidora

A distribuidora continua a ser a mesma, porque depende da zona.

O fornecimento não deve ser cortado

A mudança de comercializadora é um processo administrativo. Não deve implicar corte de luz.

Como escolher uma comercializadora de luz

Escolher uma comercializadora não se deve basear apenas numa promoção.

Rever o preço da energia

O preço do kWh é importante, mas não é tudo.

Há que rever também:

  • potência;
  • custos fixos;
  • serviços;
  • condições;
  • penalizações;
  • duração do contrato.

Analisar a potência contratada

Muitas faturas estão sobredimensionadas. Se tiver mais potência do que a necessária, paga a mais todos os meses.

Nas empresas, este ponto pode ser decisivo.

Comparar fidelização e serviços adicionais

Uma tarifa aparentemente barata pode incluir fidelização, manutenção ou serviços que encarecem o total.

Perceber se a tarifa é fixa ou indexada

A tarifa fixa dá previsibilidade. A indexada pode ser interessante em alguns contextos, mas exige perceber melhor o mercado.

Valorizar atendimento, transparência e assessoria

Nem tudo é preço. Uma comercializadora ou consultor energético que explique bem a fatura pode ajudá-lo a tomar melhores decisões.

Rever necessidades reais de consumo

Não consomem da mesma forma:

  • uma habitação permanente;
  • uma segunda residência;
  • um restaurante;
  • um pavilhão industrial;
  • um escritório;
  • uma fábrica;
  • um comércio com câmaras frigoríficas.

Por isso a tarifa deve adaptar-se ao perfil real.

Comercializadora de luz para empresas e PME

Numa empresa, escolher comercializadora tem mais impacto do que numa habitação.

Não basta olhar para o preço do kWh. É preciso perceber como, quando e quanto se consome.

Porque não basta olhar para o preço por kWh

Uma empresa pode pagar a mais por:

  • potência mal contratada;
  • excessos;
  • energia reativa;
  • horários de consumo pouco eficientes;
  • erros de faturação;
  • serviços desnecessários;
  • contratos pouco adequados.

Controlo de potência, consumo e penalizações

Para uma PME, rever a fatura pode revelar oportunidades de poupança.

Por exemplo:

  • baixar ou ajustar potência;
  • mudar períodos;
  • rever penalizações;
  • detetar erros;
  • otimizar hábitos de consumo;
  • renegociar condições.

Um serviço de controlo da fatura de energia pode ajudar a analisar se a empresa está a pagar o que corresponde e se existem desvios corrigíveis.

Revisão de faturas energéticas

Uma fatura elétrica empresarial pode ser difícil de interpretar.

Convém rever:

  • energia ativa;
  • energia reativa;
  • potência contratada;
  • excessos;
  • tarifas de acesso;
  • encargos;
  • impostos;
  • períodos horários;
  • preço médio;
  • serviços incluídos.

Contratos adaptados a horários e atividade

Uma padaria, um hotel, uma fábrica e um escritório não precisam da mesma tarifa.

A chave está em adaptar o contrato ao padrão de consumo.

Grandes consumidores e otimização fiscal

Os grandes consumidores energéticos devem rever não só o preço da energia, mas também eventuais benefícios fiscais ou isenções aplicáveis.

Neste ponto pode ser relevante analisar a isenção do imposto sobre a eletricidade para empresas, desde que a atividade e o consumo cumpram os requisitos correspondentes.

O que rever na fatura da luz

A fatura é o documento onde se vê se o contrato está bem ajustado.

Potência contratada

É o custo fixo que paga por ter disponível uma determinada potência.

Se for demasiado alta, paga a mais. Se for demasiado baixa, pode sofrer cortes ou limitações.

Energia consumida

É a eletricidade que realmente usou.

Mede-se em kWh.

Períodos horários

Muitas tarifas têm preços diferentes consoante a hora ou o período.

Para empresas, deslocar consumos pode representar poupança.

Tarifas de acesso e encargos

São custos regulados incluídos na fatura.

Não dependem diretamente da comercializadora, embora se reflitam no recibo.

Serviços adicionais

Verifique se tem contratados serviços de manutenção, seguros ou extras.

Por vezes passam despercebidos.

Impostos sobre a eletricidade

A fatura inclui impostos que podem ter um peso relevante, sobretudo em empresas com consumo elevado.

Possíveis erros ou desvios

Convém rever:

  • leituras estimadas;
  • duplicações;
  • serviços não solicitados;
  • alterações de tarifa não compreendidas;
  • potência não otimizada;
  • penalizações.

Erros frequentes ao escolher comercializadora

Fixar-se apenas no preço promocional

Uma proposta inicial pode mudar ao fim de alguns meses.

É preciso olhar para o preço final e para as condições de renovação.

Não rever a fidelização

Algumas tarifas podem ter penalização por cancelamento antecipado.

Contratar mais potência do que a necessária

É um dos erros mais comuns em empresas e estabelecimentos.

Não perceber a tarifa indexada

Uma tarifa indexada pode ser útil, mas não é adequada para toda a gente.

Não rever serviços adicionais

Um desconto pode ser compensado por extras de que não precisa.

Não auditar a fatura nas empresas

Uma PME pode estar a pagar a mais durante meses sem o detetar.

Como mudar de comercializadora de luz

Mudar de comercializadora costuma ser simples.

Que dados precisa

Normalmente são solicitados:

  • dados do titular;
  • documento de identificação ou NIF;
  • morada do fornecimento;
  • CUPS;
  • potência contratada;
  • conta bancária;
  • fatura atual;
  • dados de contacto.

Quanto tempo demora a mudança

O prazo pode variar consoante o caso e o ciclo de leitura, mas normalmente não requer qualquer intervenção física na habitação ou empresa.

Se há corte de fornecimento

Não deve haver corte. O fornecimento continua a funcionar porque a rede é mantida pela distribuidora.

Quem trata do processo

A nova comercializadora costuma encarregar-se de gerir a mudança.

O que rever antes de assinar

Antes de aceitar, reveja:

  • preço;
  • duração;
  • fidelização;
  • serviços adicionais;
  • penalizações;
  • condições de atualização;
  • tipo de tarifa;
  • apoio incluído;
  • eventuais custos.

Quando convém rever a sua comercializadora

Se a fatura subiu

Uma subida pode dever-se a preço, consumo, potência, impostos ou alterações contratuais.

Se o seu consumo mudou

Por exemplo:

  • mais maquinaria;
  • novos horários;
  • teletrabalho;
  • ampliação do negócio;
  • câmaras frigoríficas;
  • climatização;
  • novos turnos.

Se tem uma PME ou negócio

As PME costumam ter margem de otimização se nunca reviram o seu contrato.

Se há penalizações ou excessos

Os excessos de potência ou de energia reativa podem encarecer a fatura.

Se quiser melhorar condições

Comparar comercializadoras pode ajudá-lo a encontrar uma tarifa mais adequada ao seu perfil.

Conclusão

Uma comercializadora de luz é a empresa com quem contrata a eletricidade, a que lhe vende a energia e a que lhe cobra a fatura.

A distribuidora, por seu lado, é a responsável pela rede elétrica, pelo contador, pelo CUPS e pelas avarias de infraestrutura. Pode escolher a comercializadora, mas não a distribuidora.

Esta diferença é fundamental para saber a quem ligar, o que pode mudar e como verificar se está a pagar a mais.

Nas habitações, escolher bem a comercializadora ajuda a encontrar uma tarifa mais adequada. Em PME e empresas, a escolha pode ter um impacto muito maior, porque entram em jogo a potência, os horários, os impostos, os excessos, a energia reativa e a estrutura do contrato.

A melhor decisão nem sempre é a tarifa mais barata à primeira vista, mas a que melhor encaixa no seu consumo real.

Preguntas frecuentes

O que é uma comercializadora de luz em poucas palavras?

É a empresa com quem contrata a eletricidade, que lhe oferece uma tarifa e lhe cobra a fatura.

A comercializadora é quem me fornece a luz?

Vende-lhe a energia e gere o seu contrato, mas a rede física é mantida pela distribuidora.

Qual a diferença para a distribuidora?

A comercializadora fatura e vende energia. A distribuidora mantém a rede, trata das avarias e leva a eletricidade fisicamente até ao fornecimento.

Posso escolher a minha comercializadora?

Sim. Pode mudar de comercializadora se encontrar melhores condições.

Posso escolher a minha distribuidora?

Não. A distribuidora depende da zona geográfica onde se encontra o ponto de fornecimento.

Quem repara uma avaria elétrica?

Se for uma avaria de rede, compete à distribuidora. Se for uma dúvida de fatura ou contrato, deve contactar a comercializadora.

Quem cobra a fatura da luz?

A comercializadora.

Mudar de comercializadora corta o fornecimento?

Não deve. É um processo administrativo e a rede continua a ser a mesma.

Que tipo de comercializadora convém a uma empresa?

Depende do consumo, horários, potência, atividade, volume energético e necessidades de assessoria.

Como sei se estou a pagar a mais?

Revendo potência contratada, consumo, períodos horários, serviços adicionais, penalizações, impostos e condições do contrato.

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